SEO: o que é e como alcançar o topo do Google

O que é SEO (Search Engine Optimization)?

SEO significa Search Engine Optimization (otimização de sites para mecanismos de busca). SEO é o processo de otimização do seu site e conteúdo para que os motores de busca tenham preferência por suas páginas, colocando-as no topo dos resultados para as buscas de uma certa palavra-chave.

SEO é um conjunto de técnicas que buscam melhorar a visibilidade de um site em mecanismos de busca como o Google, gerando aumento de tráfego orgânico (grátis) e autoridade.

Se você tem um site, já deve ter percebido que apenas colocar um projeto no ar não basta: é preciso ter tráfego.

Sem tráfego, é muito difícil gerar leads e vendas.

Provavelmente, se você tem problemas com vendas no seu negócio, um dos motivos deve ser a falta de audiência no local onde você fatura online: o seu site.

Os mecanismos de busca são a origem de tráfego mais frequente para qualquer portal, por isso, é fundamental estar bem posicionado na página de resultados.

Os seus clientes vão acessar um site quando estiverem pesquisando assuntos do seu mercado. A questão é: você vai deixar eles irem para os sites dos seus concorrentes?

Eu já ajudei empresas no Brasil a conseguir mais tráfego.

Assim, preparei este artigo exclusivamente para os que precisam de ajuda.

Fiz este texto para desvendar todos os segredos sobre SEO no marketing digital.

Trago aqui muitos conceitos, boas práticas de aplicação das principais técnicas, e dicas práticas.

Aprenda tudo sobre SEO e aproveite esse conhecimento para melhorar o posicionamento do seu site, atrair mais clientes e aumentar a renda do seu negócio.

Uma forma eficiente de gerar tráfego para seu site a longo prazo é usando SEO. Se você quer aumentar o tráfego do seu site e atrair mais usuários qualificados e clientes.

Mais de 90% das experiências online começam com uma pesquisa. É fácil entender que ter o seu site no topo da página de resultados dos mecanismos de busca pode ser um fator decisivo entre crescer ou estagnar.

Agora leve também em consideração o fato de que os 5 primeiros resultados no Google recebem 67% de todos os cliques, e você saberá o porquê do SEO ser tão importante.

Mas o que é SEO? Bom… Vamos começar pelo começo.

De acordo com a Wikipédia, esse é o significado de SEO: “é o processo de afetar a visibilidade de um site ou uma página nos resultados não pagos dos motores de busca“.

Certo, agora vamos traduzir isso para o português. Esta é a minha definição:

SEO é o processo de otimização do seu site e conteúdo para que os motores de busca tenham preferência por suas páginas, colocando-as no topo dos resultados para as buscas de uma certa palavra-chave.

Ou seja: o processo de SEO envolve três agentes:

  • Você, fazendo otimização de sites.
  • Os mecanismos de busca, sendo o Google 90% das vezes.
  • O usuário, fazendo a pesquisa.

Portanto, para fazer SEO temos que ter em mente estes públicos: o usuário e o Google. Fazer SEO pensando apenas no Google é um tiro no pé.

Isto porque o Google sempre vai optar pelos resultados que melhor respondam à necessidade do usuário. Sendo assim, pensar no usuário em primeiro lugar é essencial para um bom ranqueamento.

Funciona assim: se você tem um artigo sobre como fazer pão caseiro, você quer que o Google te mostre como um dos melhores resultados para todos aqueles que buscarem pelo termo “pão caseiro”.

SEO é a mágica que você deve trabalhar para fazer com que o Google inclua seu artigo como um dos melhores resultados sempre que alguém buscar por aquela palavra-chave.

Agora que você sabe o que é SEO, a pergunta que importa é: como fazer SEO?

 

Como o SEO e o Google Funcionam?

Existe uma piada circulando pela internet que destaca a importância de se estar na primeira página do Google.

Ela diz o seguinte:

“Se você alguma vez precisar esconder um corpo, você deve colocá-lo na segunda página de resultados do Google.”

Significa que seu site aparecendo em uma página do Google que não seja a primeira é o mesmo que não aparecer.

Mas para saber como aparecer na primeira página de resultados, assista a este breve vídeo e entenda como a busca funciona: https://youtu.be/BNHR6IQJGZs

 

Rankings na Web

Os rankings são formas de avaliar a relevância de um determinado site ou blog.

Funciona mais ou menos assim: a partir de um cruzamento de critérios, os mecanismos de busca ranqueiam uma página e a exibem onde ela vai fazer mais sentido para o usuário.

Conheça os principais:

PageRank: é a métrica utilizada pelo Google para avaliar a importância que um site tem para ele ou para a internet. Foi criada por Larry Page, na Universidade de Stanford.

Atualmente, o Google ainda prioriza três fatores de maneira geral: a quantidade de links que a página recebe, a qualidade deles e o contexto em que estão inseridos.

É preciso a combinação destes três para que sua página tenha um bom valor de PageRank.

TrustRank: é um jeito do Google ver se o seu site é legítimo ou não.

Se você parece com uma grande marca, o Google tende a confiar em você, por exemplo.

E quando o Google confia em você e no seu site, ele te dá prioridade nos rankings.

Devo me preocupar com os rankings? A resposta para essa pergunta é simples: não.

O trabalho de SEO personalizado envolve muitos parâmetros e critérios, e são eles que vão ser capazes de posicionar o seu site em primeiro lugar no Google.

Por exemplo, um site com uma autoridade menor pode aparecer acima de um com mais autoridade se ele fizer um bom trabalho de otimização de conteúdo.

Portanto, não se apegue aos rankings e foque nas melhorias do seu site.

Quais são os três tipos de busca?

A gente pode até não perceber, mas a verdade é que todos nós utilizamos o Google para muitas outras funções além de pesquisar por informações.

E já que o assunto aqui é otimização em mecanismos de busca, é importante entender que existem estratégias específicas que devem ser pensadas de acordo com as intenções de busca do usuário.

Então, vamos conhecê-las!

  1. Pesquisa ou busca navegacional

Esse tipo de busca acontece, geralmente, quando o usuário sabe para qual site quer ir, mas não se lembra ao certo da URL completa – ou simplesmente está com preguiça de digitar tudo e quer um atalho.

Nesse caso, basta digitar o nome do site ou uma palavra-chave que remeta a ele, e o Google logo consegue localizá-lo.

Então, todo o trabalho que você terá será de clicar em cima do resultado.

2. Pesquisa ou busca informacional

É a forma mais comum que eu, você, e todo o resto do mundo utiliza o Google: fazer pesquisas.

Seja uma nova receita, uma notícia, uma curiosidade, letra de uma música, enfim. Para pesquisas no Google, não há limites.

Porém, diferentemente do exemplo anterior, na busca informacional, o usuário geralmente não sabe para que página específica ele quer ir.

Nesse caso, a partir da dúvida do usuário, o Google vai apontar uma série de soluções diferentes em ordem de relevância.

  1. Pesquisa ou busca transacional

Na busca transacional, o usuário aciona o Google já com a intenção de fazer uma transação online.

Pode ser uma compra em uma loja virtual, baixar um software, pagar um boleto, fazer download de um ebook, entre outras opções.

Nessas situações, o Google já se encarrega de encontrar páginas que vão direcionar o usuário diretamente para o local da transação desejada.

Dica: É de extrema importância saber qual a intenção de busca das palavras-chave

Se há uma coisa que podemos ter certeza, é que o Google vem trabalhando para compreender cada vez mais a intenção de busca do usuário.

Isso significa que, mais do que agradar o algoritmo, é preciso compreender a finalidade da pesquisa.

Um elemento humano.

Ou seja, o bot tenta compreender qual é o objetivo do usuário ao digitar um termo na barra de procura.

Por exemplo: quando alguém realiza uma busca pela palavra “cruzeiro”.

Esse termo pode levar uma série de dúvidas consigo sobre:

  • Viagens em cruzeiros marítimos
  • O time de futebol de Cruzeiro, Belo Horizonte
  • O município de Cruzeiro, no estado de São Paulo
  • A constelação Cruzeiro do Sul.

Então, como o Google realiza esse filtro para descobrir o que o usuário deseja?

Como tudo que o mecanismo faz, a escolha é realizada por meio de dados comportamentais das pessoas.

Isso quer dizer que ele avalia qual é o destino mais provável, levando em consideração os cliques em buscas anteriores.

No entanto, pode sofrer outras influências.

Por exemplo, da localização geográfica ou do histórico de pesquisa adquirido por meio da conta Google ou o ID do computador.

Uma pessoa que vive na capital mineira provavelmente tem como respostas links relacionados à equipe esportiva, enquanto um brasileiro em viagem pela Grécia pode obter páginas sobre passeios marítimos.

Pois é, o Google é uma ferramenta esperta.

Mas há mais.

Até mesmo uma simples letra pode mudar completamente a intenção da busca.

Se você adicionar somente um “s” ao termo de pesquisa (cruzeiros), receberá resultados exclusivamente turísticos.

O mesmo vale para o termo de pesquisa “oliveira”, atribuído a uma árvore, a uma cidade e a um sobrenome.

A simples inclusão de um complemento altera completamente a intenção do usuário.

Por isso, teremos diferentes resultados ao buscar por “o que é oliveira”, “onde fica oliveira” ou “quem é Oliveira”.

Todas são buscas informacionais diferentes, não é mesmo?

No entanto, se utilizarmos a expressão “comprar oliveira”, o motor detecta uma busca transacional, nos levando a páginas de conversão na qual até mesmo anúncios são ativados.

Como você pode ver, o Googlebot tem seus truques.

É por isso que os profissionais da área estudam, cada vez mais, a intenção de busca nas páginas de resultados.

 

Google Bot: O que é e como funciona?

Os Google Bots são os famosos robôs do Google, que trabalham fazendo uma verdadeira varredura pela web atrás de novos conteúdos para armazenamento ou de atualizações recentes.

Por isso, eles também são chamados de indexadores.

Ao visitar um site, os Google Bots, por meio de algoritmos, mapeiam todos os dados e links que existem na página para, depois, organizar e entregar o conteúdo de acordo com o que os usuários estão buscando.

Eles são como se fossem, digamos, os fiscais dos websites a serviço do Google, e vão conferir em cada um se eles realmente entregam aquilo que o usuário espera.

Como o Google enxerga um site – e o que ele não consegue ler

Para posicionar as páginas nos mecanismos de busca, o Google e seus robôs utilizam uma série de variáveis.

Acontece que há elementos em um site que não são interpretados tão facilmente assim.

Uma página muito carregada de figuras, por exemplo, pode causar uma verdadeira confusão para os robôs.

Por isso, até mesmo na hora de colocar imagens em um post, tenha certeza de adicionar uma descrição completa para ajudar os robôs a entenderem que aquilo é relevante para seu conteúdo.

A dica é que você sempre dê prioridade ao conteúdo, e mantenha-o atualizado.

Imagens em excesso, além de prejudicar o visual do site, deixam a página lenta.

Além disso, a utilização de Flash e Javascript também não são recomendáveis, já que o buscador têm dificuldades de ler essas ferramentas.

Conteúdos ruins são automaticamente rebaixados pelo algoritmos do Google. Sem dó!

 

 

 

 

Jason Dousseau
Consultor Educacional

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